Ao terminar um
ano, a alegria, as festividades, os encontros
entre amigos e familiares preenchem um tempo.
Evidentemente que nem todos podem ter condição
de fazer comemorações. Infelizmente ainda temos
muitas desigualdades sociais. E são comuns as
campanhas de solidariedade, com a distribuição
de presentes, doação de alimentos e outras
formas de tentar diminuir o drama que é comum em
todas as regiões do mundo.
Mas, reiniciadas
as atividades normais, a cada um de nós cabe
refletir sobre várias questões. Em primeiro
lugar, por certo, um pensamento positivo sobre
aquilo que fizemos de bom, de útil. Temos de
avaliar com frieza se aquilo que planejamos não
com o interesse de resolver um problema pessoal,
foi atingido. E de que forma deu o resultado
que era pretendido. Não necessariamente nesta
ordem, façamos uma avaliação sobre o que deixou
de ser feito. Em se tratando de projetos que
elaboramos, qual foi a nossa ação no sentido de
conseguir que esses projetos se tornassem
realidade. E cabe também uma avaliação sobre as
atividades dos movimentos sociais dos quais
participamos com regularidade, com a
continuidade exigida para cada caso.
Bem, feitas as
avaliações, cabe então refletir sobre o que
vamos fazer no novo ano. Vamos pensar com
seriedade nos problemas com os quais convivemos
diretamente. E relacionando também aqueles que
afetam a comunidade da qual fazemos parte. E não
vamos deixar de lado questões mais abrangentes.
Não podemos pensar em grupos ou corporações.
Temos de fazer valer a necessidade de se
estabelecer métodos, critérios de valorizar o
ser humano, a comunidade. Temos de buscar uma
sociedade fraterna, solidária, onde prevaleçam
as ações de humanismo, de seriedade e sobretudo,
de igualdade de oportunidades.
Por certo, com o
envolvimento de cada um de forma intensiva,
vamos efetivamente comemorar um final de ano
como merecemos.
Uriel Villas Boas
- Coordenador da CSC-Corrente Sindical Classista
- Baixada Santista
LEIA TAMBÉM:
O PORTO DE TODOS
CODESP SOB CONTROLE EXTERNO
A LUTA PRECISA SER UNITÁRIA
Porto: é preciso negociar
alternativas
VITÃO
A PRESERVAÇÃO DO MEIO
AMBIENTE E O NOSSO PORTO
MAIS CARGA, MENOS EMPREGOS
Modernização: como
enfrentar o problema?
PORTO DE SANTOS: NOVA DIRETORIA E VELHOS PROBLEMAS
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL:
PROBLEMA E SOLUÇÃO
É PRECISO MUDAR
UM INTERCÂMBIO
MUITO IMPORTANTE
AS EXPERIÊNCIAS DA VIAGEM
À EUROPA
UM LINDO PRESENTE DE NATAL
A PRIVATIZAÇÃO É UMA
AMEAÇA
UM TRANSPORTE MAIS COMPETITIVO
UMA DATA PARA SER LEMBRADA
|