A
crise econômica
tem sido usada
por empresários
como argumento
para reduzir o
efetivo de
empregados. A
demissão é um
castigo, o uso
do poder de
comando que tem
sido contestado,
mas que encontra
muitas
dificuldades
para ser
derrubado. Ao
longo da
história muitas
lutas foram
travadas para
barrar as ações
desses
empregadores que
pensam apenas
nos seus
resultados. E
esquecem que
lidam com seres
humanos, com o
que eles
denominam de
colaboradores.
Mas que a
qualquer momento
podem ser
desligados. E
isto está
acontecendo em
vários segmentos
empresariais.
Mas entre eles
existe uma
unidade que está
faltando ao
movimento
operário. As
tentativas dos
patrões visam
reduzir direitos
trabalhistas,
inclusive
aqueles que
estão na
Constituição
Federal. E
procuram também
fazer pressão
para conseguir
facilidades
fiscais. Sem
constar no
entanto
qualquer
indicio de não
efetuar
demissões. E o
que chama a
atenção é que
não há clareza
de que essas
empresas estão
tendo prejuízos.
No máximo, não
estão com o
mesmo rendimento
dos anos
anteriores, ou
seja, estão
ganhando menos.
Dai ser muito
importante que o
movimento
operário avalie
algumas atitudes
a serem
colocadas em
prática. A
primeira delas
sem dúvida é a
busca da
unidade, da
superação das
divergências,
muitas delas, de
caráter pessoal.
Vem a seguir a
discussão sobre
a forma de
envolvimento da
classe
trabalhadora,
com a realização
de assembléias,
de reuniões, de
plenárias, ou
seja, buscar a
participação
efetiva daqueles
que estão na
mira dos
patrões. E não
pode ser
descartada a
participação da
comunidade, numa
pressão conjunta
para que seja
efetivadas as
negociações
transparentes,
na busca de
soluções. O que
se vê atualmente
são ações
isoladas, o que
precisa ser
superado.E isto
é possível, pois
se trata de uma
ação de cunho
político, mas
não partidário.
Com a
mobilização e a
unidade os
resultados serão
positivos.