A nossa
região é um
emaranhado
das mais
diferentes
atividades.
O porto, a
siderurgia,
as
petroquímicas
e a
refinaria, a
construção
civil, a
hotelaria são
alguns
empreendimentos
que tem
destaque
pelo numero
de empregos
que
proporcionam
nas várias
cidades. E
quando se
fala em
crise
econômica,
todos esses
segmentos,
sem exceção,
começam a
ficar
preocupados
com seus
desdobramentos.
E quando
ocorrem
demissões as
repercussões
são as
piores
possíveis
exigindo
respostas
que não
podem
limitar-se a
ações
isoladas ou
apenas
a acusações
quanto ao
comportamento
empresarial.
Muito mais
importante é
a
organização
de uma luta
que envolva
os mais
diferentes
segmentos
representativos,
considerando-se
no caso os
sindicatos
dos
trabalhadores
que precisam
nesse
momento
deixar de
lado as
questões
menores como
as
divergências
pessoais. Os parlamentares
em seus
vários
níveis, os
poderes
executivos
metropolitanos
e todas as
organizações
que se
disponham a
discutir
propostas
conjuntas
precisam ser
convocados
para o
debate de
propostas.
Que devem
levar em
consideração
a
necessidade
da
negociação
transparente
de modo a se
buscar
alternativas
viáveis. O
que não se
pode aceitar
é que o fato
caia numa
rotina, como
se fosse
normal a
demissão de
empregados
ou a
imposição de
regras como
a redução de
salários ou
a perda de
direitos
trabalhistas.
Sem diálogo
o quadro
pode ficar
muito
complexo. De
nossa parte
já estamos
discutindo
de forma
objetiva a
situação dos
aposentados
que foram
desligados
recentemente
de uma
grande
empresa. Em
assembléia o
assunto foi
abordado e
será tema de
outra
assembléia
já marcada
para o final
do mês. E
vamos tentar
envolver os
segmentos
mencionados
acima.
Uriel Villas
Boas,
Presidente
da
Associação
dos
Siderúrgicos
e
Metalúrgicos
Aposentados
da Baixada
Santista.