Os
portos
brasileiros
tem um
elevado
custo
para a
movimentação
de
mercadorias
o que
dificulta
nossa
competitividade
no
mercado
internacional.
Essa é uma
das
alegações
dos
operadores ,
que desde
a
privatização
provocada
por uma
lei
federal
atuam
nos
portos espalhados
por
vários
Estados.
E pode
ser
considerada
mais
como uma
desculpa
do que
um
argumento.
Algumas
questões
são
mencionadas
por
eles,
como a
necessidade
do
governo
investir
para que
os
portos
fiquem
mais
adequados
à
movimentação
de
cargas.
Sem
estender
muito o
assunto,
nos
primeiros
anos da
década
passada
o porto
de
Santos
movimentou
cerca de
25
milhões
de
toneladas
entre
entrada
e saida
de
mercadorias.
Foi a
ocasião
onde uma
lei foi
aprovada
no
Congresso
Nacional.
E as
operações
portuárias
passaram
a ser
executadas
por
operadores
da
iniciativa
privada.
No ano
passado
a
movimentação
atingiu
mais de
80
milhões
de
toneladas.
E com
menos
mão de
obra,
pois a
moderna
tecnologia
tende a
reduzir
os
efetivos
que
fazem as
operações
dos
portos.
Ou seja,
o
rendimento
foi
significativo.
Como
apontar
então
apenas
as
dificuldades
atuais?
Qual foi
o
acumulo
de
resultados
obtidos
pelas
operadoras
do
porto? E
o que
foi
efetivamente
investido
por elas
para que
tais
números
fossem
alcançados.?
E em
comparação
com o
mercado
externo,
como
fica o
ganho
dos
trabalhadores
das
várias
categorias
portuárias?
E por
fim,
qual é o
tipo de
discussão
que é
travada
de molde
a se
buscar
resultados?
Todas as
partes
conseguem
dialogar
ou
vivemos
ainda no
tempo em
que o
capital
determina
as
regras?
? Coisas
que
merecem
uma
atenção.Uma
coisa é
certa,
ou seja,
os
operadores
sempre
obtem
resultados
positivos.
E isto
eles não
podem
negar
que
efetivamente
acontece.