O
Brasil
foi
descoberto
por
acaso.
O
Pedro
Álvares
Cabral
perdeu
o
rumo
numa
viagem
que
faria
para
a
Índia
e
chegou
até
aqui.São
conhecidas
as
atividades
que
foram
desenvolvidas
pelos
conquistadores.
E
quando
foram
rompidos
os
laços
com
os
portugueses
aqui
ficaram
seus
descendentes,
a
chamada
família
real.
Que
foi
em
seguida
deposta,
com
a
implantação
do
sistema
republicano.
Mas
nos
idos
de
1831
foi
criada
uma
taxa
de
marinha,
um
imposto
cobrado
das
propriedades
localizadas
a 33
metros
da
chamada
preamaré,
uma
medição
feita
a
partir
de
determinada
área.
Ao
que
consta,
parte
do
valor
arrecadado
vai
para
os
descendentes
da
família
real
que
ainda
moram
no
Brasil.
O
chamado
laudêmio
é
cobrado
no
Brasil
todo,
dando
a
entender
que
é um
valor
muito
elevado.
E
por
que
ainda
não
foi
extinto?
Algumas
tentativas
já
foram
feitas,
alguns
projetos
já
foram
apresentados
no
Congresso
Nacional.
Mas
a
tramitação
dos
projetos
não
tem
sequência,
ficam
praticamente
parados.
Cabe
então
a
avaliação
das
razões
pelas
quais
aqueles
que
são
obrigados
a
recolher
os
valores
determinados
pela
lei
ainda
não
se
organizaram.
Na
nossa
região
todos
os
municípios
contam
com
contribuintes,
mas
falta
a
organização
de
um
movimento
que
poderia
se
unir
a
interessados
de
outras
regiões.
A
pressão
organizada
teria
efeitos
positivos.
Esta
questão
será
levantada
em
reunião
da
coordenação
do
Fórum
da
Cidadania
de
Santos.
É o
espaço
para
a
discussão
de
propostas
que
embasem
a
pressão
aos
nossos
congressistas.Afinal
de
contas,
não
tem
justificativa
para
a
manutenção
dessa
cobrança.
Uriel
Villas
Boas
-
Coordenação
do
Fórum
da
Cidadania
-
Comissão
Nacional
de
Metalúrgicos
da
CTB