Uriel Villas Boas

Coordenador da Corrente Sindical Classista - CSC  da
Baixada Santista.

NOVO ANO, AS LUTAS DE SEMPRE POR UM MUNDO MELHOR


O fim de mais um ano causa as mais diferentes reações. Que passam pelos cumprimentos formais aos abraços apertados e a demonstração de carinho com as pessoas mais próximas. Mas é um momento que exige muita reflexão. De uma parte, avaliando o ano que termina, levando em consideração a participação efetiva em termos de ações individuais mas sobretudo, nas questões que dizem respeito à coletividade. Afinal de contas, não somos apenas pessoas, temos de avaliar o que fazemos em termos da cidadania que deve ser sempre exercida. Os mais diferentes segmentos sociais tem muitos pontos comuns e um deles tem valor que precisa ser preservado que o que se relaciona com a busca de uma sociedade diferente. E isto tem muito a ver com as relações entre pessoas, com a preservação do meio ambiente, com a definição de projetos a serem implementados pelo Poder Público tanto municipal, estadual ou federal. E os projetos passam pelo planejamento onde a comunidade dá palpites, faz propostas e  sugestões em termos de orçamentos, para que as verbas provenientes das contribuições tenham uma aplicação adequada e controle transparente. É preciso mais do que nunca que seja assumida a responsabilidade do cidadão. E que esta não se limite à crítica ou ao abandono do controle que é de sua responsabilidade. E não se pode deixar de lado também a conversa, o debate, a participação em reuniões ou assembléias, que começam num condomínio e  passam pela associação de moradores do bairro. E em outros momentos, tem as assembleias sindicais ou de grêmios estudantis. São momentos onde se pode ouvir opiniões, fazer propostas e buscar encaminhamentos de maneira que de tenha claro o envolvimento de quem busca uma sociedade mais unida, mais fraterna, com menos problemas. Evidentemente que são notórias as dificuldades, que o relacionamento pode ser difícil até entre membros de uma família o que se coloca é a importância da reflexão da avaliação da própria conduta e não apenas a observação de fatos negativos. É uma questão que pode mudar comportamentos e por certo, no fim de cada ano, trazer o otimismo que é mais do que necessário para proporcionar um mundo mais fraterno e com amistosidade. Se cada um der sua parcela, sua colaboração, isto pode acontecer. 

Uriel Villas Boas - Coordenação Nacional dos Metalúrgicos - CTB -  30.l2.2009 

 


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