Codesp pretende iniciar contratações em setembro
 

A Codesp pretende contratar em setembro os funcionários aprovados no concurso que irá realizar nos próximos meses. Inicialmente, serão ocupadas 306 vagas, em cargos de nível médio e superior. Outros 700 classificados irão formar um cadastro de reserva para o preenchimento de novos postos. Segundo o diretor administrativo-financeiro da Codesp, Mauro Marques, alguns poderão ser chamados até o final do ano.
De acordo com a Codesp, os 306 candidatos selecionados nas vagas já autorizadas pelo Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (Dest) substituirão os profissionais terceirizados, em respeito à determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do próprio Dest.

    Conforme declarou o dirigente, nos próximos anos, cerca de mil novos profissionais deverão integrar o quadro de funcionários da companhia. Segundo ele, cerca de 300 aposentados que ainda ocupam cargos na estatal deverão receber incentivos para deixar a empresa ainda este ano. Assim, o diretor prevê a renovação no quadro de servidores. ‘‘Independente do Dest, nós temos o problema dos aposentados que ainda estão trabalhando e que serão substituídos até o término do processo. Haverá uma oxigenação muito forte dentro da empresa. Há departamentos onde há anos não entra gente nova’’, afirmou.

     Agora, a Codesp se prepara para contratar a Fundação Carlos Chagas, que irá elaborar o edital do concurso e as provas. Somente então, deverá marcar a data para o início das inscrições e a realização dos exames. Atualmente, conforme salientou o superintendente de Administração e Serviços da Codesp, Milton Ortolan, os vários departamentos da estatal estão fazendo um levantamento sobre sua necessidade de pessoal, estudo que será avaliado pela diretoria nas próximas semanas.
A intenção da Codesp ao ampliar o número de vagas é realizar a seleção de um número maior de profissionais do que o autorizado pelo Dest. Esse excedente formará um cadastro de reserva, cujos aprovados serão convocados quando funcionários se aposentarem ou se afastarem da empresa.
De acordo com Mauro Marques, será dada prioridade a vagas com fins portuários, como amarradores. ‘‘Hoje se calcula que haja mil concursados e mil terceirizados. Queremos reduzir o percentual desses últimos para 10%, 20%’’, afirmou o diretor.

 

 

 

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