Porto Municipal de Itajaí
lidera exportações para o Iraque
A movimentação financeira
cresceu quase 5.000%
A corrente de
comércio entre Brasil e Iraque em 2007 já soma, até
outubro, US$ 70,6 milhões. Do total acumulado, 30% foram
exportados através do Porto Municipal de Itajaí. Os US$
21,3 milhões enviados ao país por Itajaí representam um
crescimento de quase 5.000% quando comparados ao mesmo
período de 2006.
O estado de São
Paulo, unidade que mais exportou produtos para o Iraque
até outubro de 2007, totalizou US$ 25,4 milhões. Do
total, 32,5%, ou seja, US$ 8,2 milhões saíram por
Itajaí. O estado de Santa Catarina iniciou o comércio
com o Iraque apenas em 2007 e já exportou, até outubro,
US$ 4,3 milhões através do Porto Municipal de Itajaí.
Os principais
produtos enviados ao país do Oriente Médio através de
Itajaí são o frango congelado, além de açúcar de cana e
beterraba. O total de frango congelado foi US$ 12,02
milhões em 2007, contra US$ 408 mil até outubro de 2006.
A exportação de açucares de cana e beterraba somou US$
8,08 milhões em 2007.
Para o
superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Wilson
Francisco Rebelo, a escolha de Itajaí como porto
escoador reflete o sucesso das medidas adotadas a partir
de 2005. “Foram quase R$ 50 milhões em obras concluídas,
mais R$ 14 milhões para as obras do Molhe Norte e mais
uma previsão de R$ 150 milhões através do PAC para obras
futuras. Estamos investindo para estar sempre entre as
primeiras opções dos exportadores, armadores e
importadores”, coloca.
Centro do mundo
O atual território do
Iraque é considerado o berço da civilização suméria.
Entre os séculos VIII e XI, Bagdá, a atual capital do
Iraque, foi um dos maiores centros culturais do mundo.
Mas os tempos mudaram. O Iraque é hoje um país marcado
por golpes militares, ditaduras e muitas guerras.
Os principais
produtos de exportação do Iraque são o petróleo e as
tâmaras (fruta exótica da região do Oriente Médio). Após
os atentados de 11 de setembro de 2001, o país sofreu um
bloqueio comercial internacional e ficou impossibilitado
de exportar 80% da produção. Arrasado pela guerra, o
país começou um processo de reconstrução importando
principalmente gêneros alimentícios e matéria-prima para
a construção civil.
Fonte:
Assessoria de Imprensa, Porto de Itajaí.