A Pobreza diminui


Dois estudos divulgados no último dia 5, mostram mudanças nas classes sociais brasileiras em seis regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.

Um levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Avançadas) revela que o número de pessoas pobres -com renda igual ou inferior a meio salário mínimo- caiu de 35% para 24,1% no período de 2003 a 2008.

Ao analisar a outra ponta da população, o levantamento mostra que o número de indivíduos pertencentes a famílias com renda mensal igual ou superior a 40 salários mínimos (R$ 16,6 mil) cresceu de 0,8% para 1%.

A expectativa para 2008 é que 11,3 milhões de pessoas estejam na linha da pobreza.

Em relação à classe média, um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que ela já representa mais da metade da população brasileira (51,89%); em abril de 2002, esse número era de 44,19%. A FGV define a classe média como famílias que possuem renda entre R$ 1.064 e R$ 4.591 (R$ 214 a R$ 923 durante o mês por pessoa).

O estudo da FGV também revela que a elite - famílias com renda superior a R$ 4.591 - cresceu: em abril de 2002 correspondia a 12,99% e em 2008 corresponde a 15,52%.

Da mesma forma, a pesquisa revela que a pobreza diminuiu. Em abril de 2002, a taxa de "miseráveis e remediados" (que representam as classes "D e E"), como menciona a pesquisa, era de 42,82%, esse número diminuiu para 32,59% em abril de 2008.

Mantido esse quadro, o crescimento do mercado interno permanecerá em patamar elevado, gerando um crescente fluxo de mercadorias e insumos.

Significa mais pressão na infra-estrutura de transportes.

Com a palavra o Ministério dos Transportes e o seu Plano Nacional de Logística e Transportes, que foi calculado com taxas de crescimento inferiores à verificada.

Fonte:Logística e Transportes

 


 

 

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